Faça com que sua viagem seja produtiva, informe-se ao
máximo sobre os locais onde vai estar. Compre guias e mapas (de ônibus, metrô e trem). Uma vez com ‘‘a cidade nas mãos’’, você já estará sabendo quais as prioridades turísticas de cada lugar. Procure, então, traçar um plano de passeio para cada dia. E já vá colocando na ponta do lápis quanto está gastando, afinal, não terá amigo (a) nenhum para salvá-lo se ficar duro no meio da viagem. Leve dois cartões de crédito – é uma segurança a mais.
Sozinho dá perfeitamente para trocar uma visita àquele museu de arte moderna por uma tarde inteira num shopping com centenas de lojas, sem ter de se explicar para ninguém. Ao final do dia, estará exausto (a), porém feliz. Com amigo (a) do lado é diferente. Normalmente, costumam achar um absurdo ir ao shopping em plena Europa.
O principal inconveniente, talvez, é que viajando sozinho gasta-se mais. Não dá para rachar as contas do restaurante, táxi, aluguel de carro, guias, hotel, etc. Hospedar-se em quartos tipo single mexe mesmo no bolso.
Lembre-se de que em países do leste europeu, como Polônia, Hungria e República Checa, a segunda língua é o alemão. Na Europa você vai conseguir se virar bem com o inglês. Mas se o problema for justamente o inglês, ou o seu destino for mesmo os Estados Unidos, corra e compre um dicionário para viagem, como o Michaelis Tour (Editora Melhoramentos). Será o seu livro sagrado, leve-o aonde for. Nos Estados Unidos, além dos americanos não tolerarem o ‘‘portunhol’’ – only english ou spanish, sorry –, parece que ninguém tem muita paciência para decifrar pronuncias equivocadas. (C.C./AE)

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