Vin­do do lon­gín­quo Quir­guis­tão – um pe­que­no ­país es­pre­mi­do en­tre o Ca­za­quis­tão, o Uz­be­quis­tão e o Afe­ga­nis­tão – pa­ra sua se­gun­da apre­sen­ta­ção no Bra­sil, o gru­po ­Krasky Vos­to­ka (que sig­ni­fi­ca ‘‘Co­res do ­Oriente’’) apre­sen­tou na úl­ti­ma se­ma­na o es­pe­tá­cu­lo ‘‘­Fakir’’, com elen­co for­ma­do por Ab­dul­laev Kham­dam, Raimd­ja­nov Ulug­bek, Ab­dul­laev Mu­rat, Khodz­hi­khodz­haev Ikromz­hom e Kuch­ka­rov Man­sur.
  Sem­pre le­van­do um hu­mor in­gê­nuo na ba­ga­gem, es­ta tru­pe di­fe­ren­te foi uma das atra­ções ­mais pe­cu­lia­res que pas­sa­ram por Lon­dri­na den­tro de to­da pro­gra­ma­ção do Fes­ti­val In­ter­na­cio­nal de Tea­tro (Fi­lo). ‘‘Quan­do via­ja­mos, exis­te um pou­co pa­ra ca­da ti­po de hu­mor. Na Rús­sia é as­sim tam­bém, na Eu­ro­pa e no Bra­sil, ca­da ­show é úni­co. É co­mo pe­gar um pou­co, mui­to pou­co, da cul­tu­ra de ca­da um des­ses po­vos e se­guir pra ou­tro ­show’’, con­tou Raimd­ja­nov, o úni­co in­te­gran­te do gru­po que fa­la uma lín­gua oci­den­tal, ­além do rus­so e do quir­guiz.
  Há ­mais de 20 ­anos se apre­sen­tan­do em di­ver­sos pal­cos do mun­do, e con­vi­da­dos pa­ra fa­ze­rem apre­sen­ta­ções em 2004 jun­to com o Cir­que du So­leil, o gru­po ­Krasky Vos­to­ka res­ga­ta al­gu­mas das ha­bi­li­da­des cir­cen­ses an­ces­trais.
  Com­bi­nan­do ele­men­tos de mí­mi­ca clás­si­ca, acro­ba­cias e pia­das fí­si­cas, o gru­po ga­nhou re­co­nhe­ci­men­to na te­le­vi­são do Quir­guis­tão e de­pois atra­ves­sou as fron­tei­ras do Oci­den­te, em apre­sen­ta­ções em to­da Eu­ro­pa. ­Qual o se­gre­do do suc­ces­so? ‘‘­Labuta’’, res­pon­deu Raimd­ja­nov, em por­tu­guês, rin­do ao des­co­brir que es­sa pa­la­vra é si­nô­ni­mo de tra­ba­lho. ‘‘Is­so, ‘­labuta’, e dor­mir. Acor­dar, e ‘­labuta’, de ­novo’’, ex­pli­cou.


● Com uma área de 199 mil quilômetros quadrados, esta república parlamentarista da Ásia Central tem o mesmo tamanho do Paraná, mas com metade do número de paranaenses: apenas 5,3 milhões

● Após os atentados de 11 de setembro, o país passou a abrigar uma base militar da Força Aérea dos Estados Unidos, para chegar estrategicamente ao Afeganistão. Também tem uma base militar russa


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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