O mestre do suspense, Alfred Hitchcock, também foi um genial mestre da arte, como mostram suas referências à pintura e à arquitetura reveladas pela exposição que o Centro Pompidou de Paris dedica ao grande cineasta até o dia 24 de setembro. Com a exposição ‘‘Hitchcock e a arte: coincidências fatais’’ é possível ver até que ponto o diretor de ‘‘Janela indiscreta’’ e ‘‘Intriga internacional’’ foi muito mais do que um criador de medos coletivos ou um astuto artesão que explorava os temores do espectador. A exposição está enriquecida com as obras do Centro Pompidou. No total, são 200 pinturas, gravações, desenhos, livros e esculturas dos séculos 19 e 20, 300 fotografias de filmagens, cartazes, maquetes de cenários, figurinos e quarenta trechos de filmes.

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