Histórias de bilheteiro
Trabalhando sem parar para dar conta da demanda exigida pelo festival, Manuel Fabrício dividiu o seu tempo, nas últimas semanas entre a coordenação e venda dos bilhetes e a portaria de entrada dos teatros. Nestes locais, ele contou algumas situações no mínimo engraçadas. ''Teve muita gente que pegou a fila da bilheteria do shopping apenas para perguntar o que era aquilo e onde é que ficava esse tal de Filo. Mas o fato que nos causou maior estranhamento foi o grande número de pessoas que imaginavam que as peças de teatro seriam apresentadas dentro das cabines reservadas à bilheteria, dentro do shopping e perguntavam a que horas seriam as sessões. O que mais ouvi nesses dias foi a frase: 'Mas é bom isso, esse tal de Filo? Você garante?'. E por fim me lembro de um senhor gordão que chegou na bilheteria e me perguntou se tinha alguma coisa para comer. Eu respondi: 'Não! Não tem nada pra comer?' E ele respondeu: 'Mas como se eu vou pagar R$10,00 e não vem nada para comer?' Aí eu tive que argumentar: Pois é, o teatro é outro tipo de alimentação.'' (M.A.A.)





