História passa por três gerações
Uma fábula realista sobre o amor e a morte. É assim que o diretor Ricardo Bravo define, em poucas palavras, a trama de Oriundi, seu primeiro longa-metragem. A saga de três gerações de uma família de descendentes italianos no Paraná serve como pano de fundo para abordar temas sensíveis como o amor e a morte.
Na trama, a principal personagem é Giulia, interpretada por Letícia Spiller. Ela é a amada esposa que o patriarca Giuseppe Campisi, vivido por Anthonny Quinn, perdeu muito cedo.
Na etapa atual do filme, Giuseppe está amargurado ao assistir à decadência de seu império industrial, a desagregação de sua família, a perda das referências e raízes italianas.
Neste contexto, Giulia retorna aos Campisi com a missão de resgatar os laços esfacelados entre os parentes. Ela vai devolver à família as referências que se perderam ao longo das gerações. Giuseppe é o personagem que liga toda a história, sensibilizando o público com o amor profundo de um homem por uma mulher e mostrando como um sentimento pode atravessar fronteiras inatingíveis, incluindo a da morte.





