História é contada nos museus
DivulgaçãoFundação Cultural Calmon BarretoEntre os museus da cidade, fundada há 208 anos, destaca-se o Museu Sacro, que embora pequeno, expõe peças de muito valor histórico e artístico, e a Fundação Cultural Calmon Barreto, construída em 1984 numa antiga estação de trem. Porém, é o Museu Dona Beja o endereço mais visitado. O atual prédio foi transformado em museu, após aquisição pelo jornalista Assis Chateaubriand em 1965.
Entre suas obras estão verdadeiras raridades. Um dos vestidos que a atriz Maitê Proença usou durante a minissérie pode ser visto em exposição. A princípio, o objetivo da casa era o de mostrar a vida de Dona Beja, hoje a proposta principal é contar a história da cidade, através de peças da cultura indígena, da época imperial e obras contemporâneas.
Na rota cultural, o Museu de São Sebastião, na antiga sacristia da Igreja Matriz, com peças barrocas esculpidas a canivete por Bento Antônio da Boa Morte, um seguidor de Aleijadinho, e a Árvore dos Enforcados. Local onde, dizem, pode-se ouvir gemidos de escravos que ali morreram condenados à forca. Tem o Museu de São Sebastião, No Parque do Cristo, de onde pode-se contemplar uma das visões panorâmicas mais bonitas da cidade. Vale também visitar a Lina de Araxá, um ateliê de tecelagem manual. Lá são produzidas colchas, toalhas e tapetes de todos os tipos. As lojas comercializam muitos produtos artesanais, além de doces, sabonetes e cremes de lama medicinal. A culinária regional é outro ótimo ponto de referência para os visitantes.





