Herança afetiva
A turismóloga Tatyane Kumakura Lopes lembra até hoje dos momentos de carinho de viveu na infância ao lado dos pais quando eles lhe contavam as tradicionais historinhas infantis. "Muitas das histórias eles contavam sem acompanhá-las em livros pois naquela época não tinham o hábito da leitura. Mas eram sempre momentos muito divertidos", diz.
Mãe de Manoel, 4 anos, Tatyane não só lê as historinhas para o filho como também ouve as fábulas contadas por ele. "Desde muito pequeno ele é encantado com livros e historinhas, tanto que às vezes prefere ganhar livros no lugar de brinquedos. Ele ainda está naquela fase de pedir para ler a mesma história inúmeras vezes, mas acho importante incentivá-lo a ler desde cedo. Acho que os contos ajudam a criança a se desenvolverem mais rapidamente. Quando ouviu a história dos Três Porquinhos, por exemplo, ele vivia falando sobre a importância de construir casas de pedra e não de sapê que podem ser levadas pela chuva. Hoje em dia ele adora histórias de suspense", conta. (M.R.)





