Guia ajuda a planejar roteiro
O guia Borgonha dos vinhedos às adegas (informações pelo tel. 011/283-5773) é muito útil para quem planeja uma primeira viagem à região. Trata-se de uma seleção feita a partir de 4.500 propriedades particulares, 22 cooperativas e 120 produtores, como são conhecidos os comerciantes donos das adegas onde o vinho é composto e envelhecido. Esse conjunto, que assegura a diversidade dos vinhos brancos e tintos da Borgonha, responde por uma produção anual de 150 milhões de garrafas.
Os vinhedos de Chablis, ao Norte, são uma das áreas vinícolas mais famosas da Borgonha, mas existem inúmeros pontos onde se pode mergulhar na história dos vinhos da região, saber como se tornaram famosos, como são feitos e como prová-los.
Além da grande carta de vinhos, a região também oferece refeições extraordinárias, como os gougéres, um tipo de pão de queijo servido como aperitivo para acompanhar o kir (drinque típico da região); o presunto fatiado, o escargot com manteiga, alho e salsa ou ovos pochê com molho de vinho.
Farta em canais, lagos e rios, a Borgonha privilegia também trutas, carpas e outros peixes de água doce. Cada parte dessa região tem sua própria especialidade. Quanto às aves, várias raças de frangos são criadas ali. Os de Bresse são os mais apreciados - têm uma carne bem peculiar, macia, suculenta e dourada. Os frangos, aliás, são presença constante nos restaurantes e cozinhas particulares, seja a coq au vin, assado ou com creme de leite.
Quanto às carnes, o destaque é para o gado branco charolês. Tem uma carne saborosa que combina perfeitamente com os vinhos tintos da região. Os queijos também são generosos. Ao todo são 27 tipos entre os de vaca e até um pequeno queijo de cabra, o bouton de culotte.





