Domingo é o único dia de descanso para Flávia Alessandra. Por conta de Dafne, a atriz tem batido ponto nos estúdios do Projac, de segunda a sábado. ''A Dafne se mete na vida de todo mundo da novela. É uma loucura!'', brinca. O dinamismo com que Walcyr Carrasco conduz a trama fascina a atriz, mas também a obriga a abrir mão da vida pessoal. Nas poucas horas vagas, ela procura fazer um programa em família com o marido, Otaviano Costa, e a filha Giulia, fruto de seu casamento com o diretor Marcos Paulo. ''O último filme que eu vi no cinema foi Lua Nova'', conta.
Apesar de Walcyr Carrasco ter fama de ser controlador, Flávia é só elogios. ''O Walcyr manda o capítulo com antecedência, não tem por que inventar. Ele só quer ver no vídeo o que ele escreveu'', argumenta. O ritmo alucinado com que as histórias surgem e se encerram na trama imprime um ritmo frenético ao elenco. ''Esse dinamismo fez com que a novela tivesse esse perfil de sitcom. Para a gente decorar é difícil'', confessa.
Flávia Alessandra já fez três Lívias na vida. A primeira em ''Meu Bem Querer'', em 1998. Dois anos depois, a atriz ganhou uma personagem com o mesmo nome em ''Porto dos Milagres''. Em 2002, mais uma Lívia, em ''O Beijo do Vampiro''. Em 2008, o autor Miguel Falabella convidou Flávia Alessandra para interpretar a que seria a quarta Lívia de sua carreira em ''Negócio da China''. Mas, desta vez, ela não aceitou. ''Eu tinha acabado de fazer a Alzira. Estava muito cansada''.

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