Grafitti
Já circula nas bancas o ''Almanaque do Graffiti''. O lançamento é da editora Escala. A publicação reúne trabalhos de artistas anônimos incluindo uma história do movimento assinada por Alexandre Alves de Almeida, que dividiu a trajetória em tópicos como ''marcando o território (1966 a 1971)'', ''abrindo o caminho 1971-1974'', ''revival do estilo 1978-1981'', ''movimento hip hop'', ''sucata'' e vários outros.
A revista contém ainda reproduções de graffitis de Nova York e Paris, a explosão da onda em São Paulo, o graffiti de cunho social, as oficinas dos artistas Juneca e Celso Gitahy e um portfólio de Kobra, que nas últimas páginas dá dicas básicas para o leitor iniciar-se na arte do spray.
''O graffiti tem servido a vários movimentos, do punk ao hip hop, do homem das cavernas pré-históricas ao homem urbano das cidades mais modernas. O ato de escrever nas ruas é uma arte, com cores e estilos e formas distintas. Muitas vezes esta arte é esquecida por ser realizada em muros e viadutos; daí ser preciso resgatá-la''. Palavras do editor. Nas bancas a R$ 9,90. (NS)





