Gol de placa
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Caroline Borges <br> TV Press 
Felipe Andreoli se orgulha de unir trabalho ao prazer. À frente do programa ''Deu Olé'', na Band, o apresentador paulistano se sente um privilegiado ao combinar seu amor pelo esporte com o jornalismo. Desde o início da carreira, o repórter procurou trabalhar com sua paixão de infância. ''Sempre fui um amante de futebol, basquete, tênis. Eu gosto muito de assistir e praticar. Leio os mais variados jornais esportivos'', ressalta o jornalista, que não deixou de fazer reportagens para o ''CQC''. Além da apresentação, Felipe busca participar ativamente de toda a fase de produção e edição do programa. ''Minha dedicação é total. Vou à Band todos os dias e vejo o que está sendo produzido. Estou com os editores e sugiro pautas'', orgulha-se.
O apresentador sempre quis estar à frente de uma produção própria. Inicialmente, a proposta original sugerida por ele era inviável para a verba destinada ao programa. Por isso, a produção precisou passar por algumas adaptações. Mas manteve a base original ao misturar esporte com entretenimento. ''Foi sugerido que eu fizesse um resumo semanal do esporte, que só é sério para quem ganha a vida com isso'', explica o repórter, que divide a apresentação com Paloma Tocci e o ex-jogador Denílson. Apesar das adaptações, Felipe não descarta a possibilidade de montar algo dentro dos padrões originais no futuro. ''Eu quero muito ter uma plateia. Gosto muito de interação com o público. Quando o programa crescer, vamos tentar nos aproximar do projeto inicial'', sonha.
Nome: Luiz Felipe Guimarães Andreoli.
Nascimento: Em 5 de fevereiro de 1980, em São Paulo.
O primeiro trabalho na tevê: Programa da Igreja Universal do Reino de Deus, ''Em Busca do Amor'', na Record, em 1999.
Atuação memorável: ''Lima Duarte como Sassá Mutema, em 'O Salvador da Pátria', em 1989, na Globo''.
Ao que gosta de assistir: ''Séries, desenhos e esporte''.
O que falta na televisão: ''As pessoas precisam ser mais naturais. Tudo é muito ensaiado''.
O que sobra na televisão: ''Reality Show''.
Comediante favorito: Marcelo Adnet.
Se não fosse jornalista, o que seria: ''Jogador de futebol. Mas não tive talento''.
Novela preferida: ''Quatro por Quatro'', de 1994, na Globo.
Cena inesquecível na tevê: ''A morte da Odete Roitman, em 'Vale Tudo', de 1988, da Globo''.
Vilão marcante: ''Rafinha Bastos. Aliás, é o meu vilão favorito'', destaca, em tom de brincadeira.
Programa de humor: '''CQC'. Se disser outro, sou demitido''.
Melhor bordão da Tevê: ''Vem Comigo'', do Goulart de Andrade no programa ''Plantão da Madrugada''.
Filme: ''Laranja Mecânica'', de Stanley Kubrick.
Livro de cabeceira: ''Agassi - Autobiografia'', do tenista Andre Agassi.
Autor: Ruy Castro.
Vexame: ''Durante uma entrevista com um jogador do São Paulo, caí na frente de todo mundo''.
Uma mania: ''Ligar a tevê assim que chego em casa''.
Medo: ''Que algo de ruim aconteça com a minha família''.
Projetos: ''Ter um programa de rádio e gostaria de escrever uma coluna em um jornal ou em uma revista. Todos sobre esporte ''.


