Foi-se o tempo em que as guloseimas de festas se resumiam a brigadeiros, beijinhos e pirulitos de chocolate. Hoje em dia qualquer comemoração que se preze tem docinhos finos em seu cardápio. Não é à toa que a mesa de doces se torna destaque nos mais variados tipos de evento, promovendo um espetáculo para os olhos e paladares. Trufas com nozes e castanhas, caixinhas de chocolate branco com damasco, copinhos de chocolate com mousse de maracujá e rosa de goiabada com cream cheese estão entre as delícias que lideram o ranking dos itens mais pedidos.

"O preço dos doces finos está mais barato. Além disso, hoje em dia ninguém tem mais tempo para ficar em casa enrolando brigadeiros. Então é muito mais prático encomendar doces finos, que têm uma imensa variedade de opções", afirma a doceira Maria Ines Sella.

Ela conta que quando começou a produzir doces, há oito anos, o mercado se restringia a festas de casamentos. "Hoje em dia, as pessoas encomendam doces para as mais diversas situações, de lembrancinhas para maternidade a aniversários, passando por noivados, festa de 15 anos ou até para simplesmente consumir em casa com a família num final de semana", afirma.

Contando com a ajuda de 24 funcionárias, Maria Ines diz que já chegou a produzir 52 mil docinhos em um único final de semana. A lista de variedades oferecida por ela, que tem um ateliê em Rolândia, chega a 180 opções. "Tirando os docinhos mais tradicionais, como brigadeiro, beijinho e casadinho, todos os outros doces do cardápio foram criados por mim. Chego a ficar três ou quatro meses pesquisando novos sabores e formatos até que o doce fique no ponto", revela.

As mais recentes novidades produzidas por ela são bombons de chocolate belga com champanhe, rosas de abacaxi (ou abóbora) com coco e cachinhos de uva moscatel recheados com doce de baunilha. "Também tenho recebido muitos pedidos de rosas de goiabada com cream cheese e de laranjinhas kinkan com recheio de baunilha", destaca Maria Ines.

Segundo ela, além da combinação de sabores, a qualidade dos ingredientes é fundamental para chegar ao padrão de qualidade dos doces considerados finos.
"Um doce é considerado fino quando une sabor refinado e estética apurada. Só é possível chegar a esse ponto utilizando bons produtos. Eu, por exemplo, tenho usado chocolate belga para produzir meus doces, pois ele tem uma qualidade inquestionável", enfatiza.

Serviço:
Maria Ines Sella – www.mariainessella.com / (43) 3256-4560
Alyne Depieri – www.canaldoce.net / (43) 3327-0809
Carol Rocha – www.carolrochagastronomia.com / (43)3328-8589

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