A época não é propícia para o seu consumo em barras, mas o chocolate aparece em sorvetes, tortas, mousses geladinhas dando um toque irressistível às sobremesas de verão.
Para os chocólatras a melhor notícia é que a qualidade do produto brasileiro está bem próxima dos melhores internacionais. Quem afirma é o chef francês Emamnuel Bossoleil, que assina cinco produtos da linha de chocolates da Fachga Indústria e Comércio de Produtos Alimentícios. Segundo ele, a diferença entre os chocolates brasileiros e importados fica por conta da produção artesanal ou gourmet. Os estrangeiros, por causa tradição e da tecnologia, ainda ganham em maciez. Mas os brasileiros não deixam a desejar.
O problema com essa gostosura são as calorias, capazes de resultar em quilos a mais na balança. Para se ter uma idéia, um único Sonho de Valsa tem 150 calorias. Já as barras de 250 gramas têm pelo menos o dobro, isso sem contar as castanhas, os cereais crocantes e outras delícias que fazem do chocolate um alimento dos deuses. E dos gordos, é verdade.
Mas se o seu peso permite extravagâncias, não precisa sentir culpa diante de uma caixa de Bis ou de uma mousse caseira. Claro que não dá para comer a caixa inteira numa ''sentada'' em frente à TV, hábito, por sinal, que faz crianças, adolescentes e adultos sem juízo delirar. Depois, quando o estômago pesa e o paladar, no começo irresistível, começa a dar sinais de enjôo, chega a hora fatídica de pensar ''Meu Deus, o que fiz?''. Mas os papeizinhos e a caixa vazia estão alí, bem próximos, como testemunhas descartáveis da gula. Exageros à parte você pode sim entregar-se as prazeres do chocolate. Mas no verão prefira-os em forma de sorvetes ou tortas light. A indústria tem se esmerado em manter o produto de bem com as regras da boa forma. É só optar pelas versões menos engordativas e de vez em quando - muito de vez em quando mesmo - entregar-se ao prazer supremo de uma caixa de bombons com licor. Afinal, ninguém é de ferro.

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