GAROTA BEM-HUMORADA
PUBLICAÇÃO
domingo, 23 de julho de 2000
André Bernardo TV Press 
Desde que começou a trabalhar em Garotas do Programa, Mariana Hein vive rindo de orelha a orelha. Aos 20 anos, a atriz costuma dar risada até das piadas mais bobas que existem. No entanto, ela não achou a menor graça quando soube que a Globo resolveu suspender temporariamente o Garotas do Programa em função do Horário Político Eleitoral. Até segunda ordem, o humorístico só volta ao ar em novembro. O pessoal da Globo deve saber o que está fazendo. Senão, o programa ia ao ar de madrugada, lamenta.
Mariana Hein, por enquanto, não quer nem pensar na possibilidade de o humorístico não voltar à grade da Globo. Segundo ela, a baixa audiência do programa algo em torno de 20 pontos era decorrente do horário de exibição. Na sexta à noite, as pessoas estão loucas para jantar fora, ir ao cinema ou dormir mais cedo, imagina. Caso a retirada do programa seja definitiva, ela sonha em seguir carreira. E diz que gostaria de, um dia, fazer novela. Trabalhar com a Marília Pêra está sendo um workshop intensivo, brinca.
Nome: Mariana Hein.
Data de Nascimento: Em 24 de setembro de 1979, em São Paulo.
Primeiro trabalho na tevê: O comercial do DDI, da Embratel, em janeiro de 1999.
Atuação inesquecível: O Al Pacino em O Advogado do Diabo está inesquecível!.
Momento marcante: O dia da minha formatura. Foi marcante só por saber que nunca mais ia ter de estudar Física e Química.
Comédia favorita: Qualquer uma do grupo inglês Monthy Python. Toda vez que assisto, morro de rir.
Ídolo no humor: Gosto de qualquer coisa que o Miguel Falabella faça. Ele é muito divertido e espontâneo.
Trabalho que gostaria de ter feito: Não há um trabalho específico, mas sim um veículo específico. Adoraria fazer cinema.
O que gosta de assistir na tevê: Sitcoms americanas, como The Nanny, Seinfeld e Friends. Mas tem de ser legendado. Dublado, nem pensar!.
O que nunca assistiria na tevê: Horário Político Eleitoral.
O que falta na tevê: Programas que se preocupem mais com a cultura, como documentários.
Vídeo de cabeceira: Qualquer um do Almodóvar. Quando estou deprimida, assisto a qualquer filme dele e melhoro 100%.
Livro de cabeceira: Bonitinha, Mas Ordinária, do dramaturgo Nélson Rodrigues.
Maior mico: Já perdi a conta das vezes em que caí na gargalhada e o José Lavigne teve de interromper as gravações.
Projeto para o futuro: Assim que eu juntar alguma grana, pego o primeiro avião para a Espanha. Lá, vou fazer de tudo para trabalhar com o Almodóvar. De mim, ele não escapa!.


