Desde que começou a trabalhar em ‘‘Garotas do Programa’’, Mariana Hein vive rindo de orelha a orelha. Aos 20 anos, a atriz costuma dar risada até das piadas mais bobas que existem. No entanto, ela não achou a menor graça quando soube que a Globo resolveu suspender temporariamente o ‘‘Garotas do Programa’’ em função do Horário Político Eleitoral. Até segunda ordem, o humorístico só volta ao ar em novembro. ‘‘O pessoal da Globo deve saber o que está fazendo. Senão, o programa ia ao ar de madrugada’’, lamenta.
Mariana Hein, por enquanto, não quer nem pensar na possibilidade de o humorístico não voltar à grade da Globo. Segundo ela, a baixa audiência do programa – algo em torno de 20 pontos – era decorrente do horário de exibição. ‘‘Na sexta à noite, as pessoas estão loucas para jantar fora, ir ao cinema ou dormir mais cedo’’, imagina. Caso a retirada do programa seja definitiva, ela sonha em seguir carreira. E diz que gostaria de, um dia, fazer novela. ‘‘Trabalhar com a Marília Pêra está sendo um ‘workshop’ intensivo’’, brinca.
Nome: Mariana Hein.
Data de Nascimento: Em 24 de setembro de 1979, em São Paulo.
Primeiro trabalho na tevê: O comercial do DDI, da Embratel, em janeiro de 1999.
Atuação inesquecível: ‘‘O Al Pacino em ‘O Advogado do Diabo’ está inesquecível!’’.
Momento marcante: ‘‘O dia da minha formatura. Foi marcante só por saber que nunca mais ia ter de estudar Física e Química’’.
Comédia favorita: ‘‘Qualquer uma do grupo inglês Monthy Python. Toda vez que assisto, morro de rir’’.
Ídolo no humor: ‘‘Gosto de qualquer coisa que o Miguel Falabella faça. Ele é muito divertido e espontâneo’’.
Trabalho que gostaria de ter feito: ‘‘Não há um trabalho específico, mas sim um veículo específico. Adoraria fazer cinema’’.
O que gosta de assistir na tevê: ‘‘Sitcoms americanas, como ‘The Nanny’, ‘Seinfeld’ e ‘Friends’. Mas tem de ser legendado. Dublado, nem pensar!’’.
O que nunca assistiria na tevê: Horário Político Eleitoral.
O que falta na tevê: ‘‘Programas que se preocupem mais com a cultura, como documentários’’.
Vídeo de cabeceira: ‘‘Qualquer um do Almodóvar. Quando estou deprimida, assisto a qualquer filme dele e melhoro 100%’’.
Livro de cabeceira: ‘‘Bonitinha, Mas Ordinária’’, do dramaturgo Nélson Rodrigues.
Maior mico: ‘‘Já perdi a conta das vezes em que caí na gargalhada e o José Lavigne teve de interromper as gravações’’.
Projeto para o futuro: ‘‘Assim que eu juntar alguma grana, pego o primeiro avião para a Espanha. Lá, vou fazer de tudo para trabalhar com o Almodóvar. De mim, ele não escapa!’’.

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