GALERIA
Enviado para a cobertura da visita do papa Bento 16 ao Brasil, julgava ser impossível chegar muito próximo. Para fazer esta foto, foi preciso driblar a burocracia do Exército Brasileiro e arrumar um lugar de onde não pudesse ser arrastado pela multidão. (Eduardo Anizelli)
O repórter fotográfico César Augusto gosta de fotografar futebol. Sempre alerta na beira do campo, em uma partida entre Londrina e CAC/Portuguesa pela Copa Paraná, César marcou um gol de placa ao incluir no lance o quero-quero, esse pássaro marrento que é figurinha carimbada nos gramados paranaenses. (Wilhan Santin)
Um pedido de chegada antecipada na redação marcaria para mim o dia 21 de dezembro de 2007. Uma pauta sobre a vida. O parto, um momento maravilhoso. Sorri de satisfação por estar ali naquele momento e saber que Deus é perfeito em tudo. (Olga Leiria)
Escalada para fazer uma matéria sobre loucos por restaurantes, Letícia Moreira sabia que precisava dar um charme especial à foto. Utilizar uma técnica com baixa velocidade de tempo de exposição foi a solução que encontrou para fazer este belo registro de um garçom trabalhando. (Wilhan Santin)
Fotografar o trabalho dos artistas do Cirque du Soleil, o mais famoso do mundo, é uma oportunidade ímpar. Não tem dinheiro que pague. Foi algo que me deixou emocionado. Para fazer esta foto, em vez de congelar o movimento, resolvi trabalhar com ele. A fotografia mostra o perigo se movendo. (Marcos Borges)
Eu estava em uma lanchonete, durante o intervalo do expediente de trabalho, quando a forte chuva começou a cair sobre Curitiba. Corri até a redação, peguei o equipamento fotográfico e fui para a rua. Adrenalina. Foi uma correria. Um caos. A mistura do urbano com a força da natureza, que é a chuva. (Mauro Frasson)
Começo a fotografar gatos que brincam. Sinto-me como se participasse de um documentário na floresta. Quando os gatos me percebem fogem e se escondem. É aí que me dou conta de que estamos na selva, sim, mas na selva de pedra. Os gatos buscam proteção em um bueiro. (João Mario Goes)
O editor de fotografia da FOLHA, Sérgio Ranalli, acompanhou 12 horas de trabalho do Pelotão de Choque, a elite do 5º Batalhão de Polícia Militar. A missão: mostrar aos leitores como é o trabalho de repressão ao crime em locais considerados como os mais violentos de Londrina. (Wilhan Santin)





