A Fundação Cultural de Campo Mourão – Fundacam – completou o primeiro trimestre do ano com um trunfo nas mãos: dezenas de prioridades para o setor apontadas pela própria comunidade durante o Simpósio Municipal de Cultura. ‘‘Foi o momento em que abrimos a casa para a discussão’’, explica a diretora da Fundacam, Edilaine de Castro.
O simpósio ainda apontou nomes para compor o Conselho Municipal de Cultural, que deve ser efetivado este ano. A Fundação Cultural quer também para 2001 uma rediscussão da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. ‘‘A idéia é criar um fundo especial para projetos menores’’, frisa Edilaine. Com isso, a Fundacam espera ampliar o número de artistas beneficiados.
A fundação também iniciou uma série de estudos para amparar a Câmara de Vereadores numa lei de conservação do patrimônio histórico e natural do município. Edilaine destaca o início das oficinas visando, ano que vem, um encontro estadual de contadores de história. Já a Casa do Artesão passou a contar com oito cursos permanentes.
Os primeiros meses do ano na Fundacam também contaram com a aquisição de um projetor de filmes para o Teatro Municipal. As sessões acontecem todas as segundas-feiras à noite. ‘‘Queremos mostrar que o cinema é viável e que os empresários podem investir nesse setor em Campo Mourão’’, explica Edilaine. Com isso, o Teatro exibiria apenas filmes alternativos.
Outro projeto visa a criação de um circo itinerante para percorrer o município. Além disso, já está definido o projeto ‘‘Domingo no Parque’’, para aumentar o uso da concha acústica do Parque do Lago. A Fundacam também vai passar a levar a Banda Municipal para fazer apresentações em empresas da cidade e criar um grupo de flauta doce com 50 meninos carentes.

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