Fragmento de ''De Castelo em Castelo'', de Louis-Ferdinand Céline
''Enquanto esperavam os brioches, trocavam entre si pulgas, piolhos, chatos, sarnas... se você visse, pareciam convulsivos! um ®MDBO¯®MDNM¯amontoadozinho de epiléticos... seja como for, a fome!... fome mais que tudo!... puxa, como iam se empanturrar! oba!... pulando de um pé para outro... se coçando, se escalavrando, arrancando as pelezinhas sarnentas... formavam uma espécie de semicírculo diante da ponte levadiça... com cada olhão esbugalhado! embevecidos... com o festim que vinha por aí!... não só pão!... presunto também! sanduíches... e banha de porco... eu que não sou nada romântico quando se trata de gororoba, e muito sério quando se trata de vigiar, não tirava o olho de um ®MDBO¯®MDNM¯buraco das catacumbas à direita da ponte... um desmoronamento... uma espécie de cratera... desconfiava de alguma sacanagem, a razia schupo... alguma coisa... um®MDBO¯®MDNM¯ comando subterrâneo... um golpe preparado... porque os fritz já estavam de saco cheio... mais que isso!... nos vendo ali, tudo pulando de um pé para outro, se coçando, tossindo, rabugentos, esperando o quê?... o Menino Jesus?''





