''Cadabrilho atrai trabalho, cada bicho troca de barulho. Constraço. Retrusco: traga. Trinca de quatro. Tome um trago, toque aqui. Um treco. Um taco, um tranco. Trinque o trunfo em três, tranque o troco. Truque: repito o que digo e discuto com o eco. Morre o ser, fica o signo: chinfrim de três em pipa, papo, pepo e pupo! Os escribas se multiplicam pela terra, cada escriba faz o filho ser escriba, o qual escreva história de seu escriba pai: um escriba vê o outro e aprende a sê-lo também, ser escriba ou mestre de escribas ou guardião das escritas, ou herói das bibliotecas, gerente de engenhos de escritos, fazendo as sagradas escrituras. Quando o último escriba morrer, outro escriba ao lado pronto para tomar nota. Livro, já estivestes dentro de um sonho e te fiz despertar porque o sol é melhor que o sonho! Desconfio da dúvida, incorro numa certeza: zombo de esquecimento. Mostro e nego o monstro para o monstrengo: acredito no que não sei, três barrufos, três toques! Toco, tuco, tucum! Aconteceu-lhe ser. Haja. Que é que há? Falo tanto que minto algo: muito não está certo.''

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