Neste sábado, o Festival Internacional de Londrina tem teatro para todos os gostos. São seis novos espetáculos em cartaz e a reapresentação de ''Sopro'', do concorrido Grupo Lume, de Campinas. Os espetáculos acontecem em sete espaços culturais distintos criando um circuito londrinense de fruição da mais antiga arte da humanidade. Hoje, na extensa programação, tem monólogo feito em casa, comédia dinamarquesa, fábula para adultos e bonecos animados abrindo a Mostra Infantil do Filo, no Palco Petrobrás, montado no Zerão para receber o público mirim. Confira:
- Caetana - Com Lívia Falcão e Fabiana Pirro. Direção: Moncho Rodriguez. Caetana é uma palavra popular no nordeste para designar a morte. O espetáculo reúne experimentalismo e cultura popular para discutir os mistérios da alma humana. As atrizes conhecidas do público Lívia Falcão, (Regina da Glória de ''Belíssima''), e Fabiana Pirro, (modelo de sucesso), já apresentaram ''Caetana'' para cerca de 25 mil pessoas. Hoje, às 20h30 no Teatro Ouro Verde.
- Art Of Dying - Com a Companhia Paolo Nani & Kristján Ingimarsson. (Itália/ Dinamarca). Direção, criação e elenco: Paolo Nani e Kristján Ingimarsson. Dois palhaços se defrontam com a notícia de que um deles irá morrer. A proximidade do inevitável faz com que cada momento da vida adquira um significado especial. Sem palavras, usando gestos e surpresas, a dupla de clowns vai mesmo é matar o público de rir. Hoje, às 16 horas, e amanhã, às 16 e 20 horas, no Teatro Zaqueu de Melo (Avenida Rio de Janeiro, 413).
- Nas Alturas - Com o ator Paulo Braz. Direção: Luiz Bertipaglia. Texto de Paulo Briguet baseado no livro ''O Barão nas Árvores'', de Italo Calvino. O espetáculo conta a estória da resistência de Cosme, um homem que decidiu viver nas copas das árvores, depois de ter uma discussão com os pais quando tinha apenas 12 anos. A ambientação remete aos tempos da colonização de Londrina. Hoje e amanhã, às 21 horas, na Casa de Cultura (Rua Mato Grosso, 537).
- Sopro - Com grupo Lume. Direção: Tadashi Endo. Criação e concepção: Carlos Simioni, Tadashi Endo e Denise Garcia.
O que seria do ser se prolongasse o momento do sopro de vida? Se nesse momento ele construísse toda sua vida, sem ruídos, sem interferências, sem mácula. O espetáculo é um encontro de dois estilos, resultados de pesquisas do ator Carlos Simioni, do Lume, e do bailarino, coreógrafo e diretor japonês Tadashi Endo. Hoje e amanhã, às 21h30 na Usina Cultural (Avenida Duque de Caxias, 4159).

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