Mas não são só os deuses que são homenageados com festivais. A vida e a morte dos próprios balineses merecem rituais singulares. Três meses lunares após a concepção, os pais fazem oferendas aos deuses para que o bebê chegue ao mundo perfeito. Quando o filho completa 42 dias de vida, a cerimônia é repetida. E, depois de um terceiro contato com os deuses, a criança está pronta para, pela primeira vez, pisar no chão, antes considerado impuro. Outras duas festas são realizadas na puberdade, uma delas lembra o antigo costume de lixar os dentes.
No passado, acreditavam, ter dentes perfeitos e retos, indicava uma semelhança com as entidades sagradas. E, como não poderia deixar de ser, as cerimônias de matrimônio são bem alegres e representativas. Quando o balinês morre, o corpo é cremado dentro da grande imagem de um boi, antes, porém, a família e os amigos seguem em procissão até um local específico. Um sacerdote senta em cima do boi, que vai jogando água benta pelo caminho. O objetivo é fazer com que o espírito do morto não volte para casa. (C.C.)

mockup