Curitiba - Já na noite de sábado, quando Makenji e Ellus se apresentaram, a folia da tietagem continuou rolando. No desfile da Makenji a atração Suyane, uma modelo cafuza que começa apareceu depois de virar musa de Carlos Miéle, criador da M.Oficcer, quase passou desapercebida.
A loja perdeu conceito depois que começou a produzir suas próprias roupas. Na passarela, nem o glamour de uma modelo famosa conseguiu empolgar a platéia. Em desfiles, mesmo que comerciais, sempre é bom colocar um certo encanto.
Mas se pensarmos em utilidade e comercialismo, a Makenji sabe trabalhar. Sem arriscar com propostas novas e fazendo o básico, a loja tem sua cartela certa de clientes, ainda mais numa cidade que já foi até cantada por Rita Lee como sendo de gente normal ''quero ser normal em Curitiba...''
A melhor coisa do desfile? Segundo Sandra Carraro, locutora da Rádio Rock de Curitiba, um cinto vermelho de pedrarias misturado a peças básicas.
(A.C.G.)

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