Expressionismo e abstracionismo
PUBLICAÇÃO
sábado, 16 de janeiro de 2010
Nelson Sato<br> Reportagem Local 
Quando a arte abandonou o princípio da representação para se preocupar com a pura visualidade plástica, abriu-se uma fronteira inimaginável de experimentações pela qual passaram sucessivos movimentos estéticos ao longo do século 20.
Dois deles, o expressionismo e o abstracionismo geométrico, influenciaram ou nortearam os trabalhos do grupo de artistas reunidos na exposição que está aberta ao público no Museu de Arte de Londrina. A exposição faz parte da programação habitual da instituição, que periodicamente apresenta mostras com obras de seu acervo.
Desta vez, a curadoria traz a assinatura da artista plástica Nane Ferrari, colaboradora do Museu. ''O recorte tenta fugir da linha adotada em exposições anteriores. Para não ficar repetitivo, procurei destacar pinturas e gravuras expressionistas e abstratas de artistas locais, regionais e nacionais'', diz ela.
A mostra traz um total de 27 obras de Ivald Granatto, Mário Gruber, Eduardo Ventura, Yugo Mabe, Waldomiro de Deus, Poty Lazzarotto, Carybé, Aldemir Martins, Sérvulo Esmeraldo, Marinês Zanatta, Danúbio Gonçalves, Ubirajara Ribeiro, Darel Valença, Yutaka Toyota, Dolores Branco, José Gonçalves, Udhi Jozzolino, Regina Menezes, Emanuel Araújo, Kenji Fukuda, Waldomiro de Deus e Marinês Zanatta.
As visitas devem ser feitas de 2 a 6 feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 8h às 13h, até o dia 27 de janeiro.


