A poesia de Ferreira Gullar em letras, pinturas, aquarelas, colagens e objetos (poemas esculturas) despedem-se amanhã de Curitiba. A exposição ‘‘Ferreira Gullar 70 Anos – Poesia & Poesia’’ deixa o Memorial da Cidade, onde permaneceu nas últimas semanas.
O poeta não está representado somente nas duas vertentes artísticas a que se dedica, das letras e da pintura. Há também fotos inéditas retiradas de seu álbum de família, onde aparece ao lado de artistas consagrados, manuscritos e caricaturas. Soma-se ainda o original de ‘‘Poema Sujo’’, sua obra mais conhecida, e a máquina onde foi datilografado. Entre as curiosidades está um acróstico escrito por Chico Buarque.
Esta é uma exposição itinerante, que teve seu início no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Porém em Curitiba ela aumentou um pouco mais com a inclusão de uma vitrine com a prancha da artista Ângela Lago. Ela ilustrou o primeiro livro infantil de Gullar, ‘‘Um Gato Chamado Gatinho’’, lançado este ano pela Editora Salamandra. Todos os livros do autor e suas traduções também podem ser vistos até amanhã.
‘‘Ferreira Gullar 70 Anos – Poesia & Poesia’’ está no Memorial de Curitiba, 1º andar. Hoje e amanhã a visitação pública pode ser feita das 9h às 15h. Entrada franca.

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