A localização da Chapada dos Guimarães é cercada de lendas e histórias. Há quem já viu Ovnis. Há quem veja seres místicos. A certeza é uma só: as belezas naturais são deslumbrantes.
A Chapada dos Guimarães, encravada no ponto mais equidistante entre os Oceanos Pacífico e Atlântico da América do Sul, é um dos locais preferidos pelos místicos. Ali, os mais sensíveis vêem gnomos, duendes e afins em suas rochas e matas nativas. Outros procuram nos céus objetos voadores não-identificados (Ovnis). Há quem diga que, em noites estreladas – e quase todas são –, os Ovnis disputam corridas sobre os morros da região. Quem quiser assistir, diz a lenda, basta ir ao mirante do marco do Centro Geodésico da América do Sul, a poucos quilômetros do centro da cidade.
A característica mística da Chapada é, em parte, explicada por sua localização, no paralelo 15 graus sul, onde, segundo as profecias de Dom Bosco, nasceria a civilização perfeita do terceiro milênio. Assim, a Chapada estaria alinhada energeticamente com Porto Seguro, Brasília e o Lago Titicaca, no alto da Cordilheira dos Andes. Esse corredor energético daria aos iniciados a possibilidade de entrar em contato com elementais e outras dimensões. Uma das lendas que cercam a Chapada apontam a existência de um buraco ou portal escondido em seus morros que permitiria a passagem de ondas cósmicas até a superfície.
Pelo sim, pelo não, a Chapada – um município com seis mil quilômetros quadrados e 15 mil habitantes, a apenas 64 quilômetros de distância de Cuiabá – vale a pena ser visitada com a mente aberta. Por mais incrédulo que o turista seja, as icontáveis belezas naturais da região indicam, com certeza, a obra um poder divino e criador. Que talvez atenda apenas pelo nome de Natureza.
A jornalista viajou a convite da Secretária de Desenvolvimento de Turismo do Mato Grosso (Sedtur)

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