‘‘A interpretação da protagonista, Úrsula, é dividida entre duas atrizes. Eu faço a matriarca da família, que entra em cena no final do espetáculo, aos 100 anos de idade. Úrsula é uma mulher muito forte, decidida e que sabe levar as coisas. Nessa história de uma família e amigos que fundam uma cidade, a personagem é quem sempre segura a barra nas dificuldades. No final do espetáculo, é ela quem dá o bife (texto longo) para que platéia conheça o por quê da história. Esse personagem foi construído com base na intuição, que é meu forte. Sou uma atriz intuitiva. Sempre deu certo, pelo menos nos meus 51 anos de carreira, que serão completados agora no começo de abril. Eu não li ‘Cem anos de Solidão’. Trabalhei com as explicações, o texto de Fiani e fiquei gostando muito desse trabalho’’.

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