EU E O PERSONAGEM Bárbara Bruno, a Efigênia de ‘‘Crimes Delicados’’, explica como compôs a personagem ‘‘Fazer Efigênia é um presente. Isso porque é uma personagem de efeito, provocativo, instigante. A Efigênia banaliza a violência e isso é fundamental para minimizar esse processo. Efigênia é tão violenta quanto o povo. Mas ela não me violenta. O que incomoda é essa situação, não o personagem. A Efigênia é imortal, atemporal.’’ Bárbara conta que não foi preciso fazer laboratório para construir a personagem. ‘‘Basta ficar alerta.’’ A primeira leitura de ‘‘Crimes Delicados’’ foi feito pelo elenco no dia 29 de janeiro deste ano. ‘‘Os ensaios começaram em fevereiro. Não tivemos muito tempo’’, reconhece. (E.M.C.)

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