EU E A PERSONAGEM Bárbara Bruno explica como compôs a Efigênia de ‘‘Crimes Delicados’’, espetáculo que estreou ontem no FTC Márcio Scatrut ‘‘Fazer Efigênia é um presente. Isso porque é uma personagem de efeito, provocativo, instigante. A Efigênia banaliza a violência e isso é fundamental para minimizar esse processo. Efigênia é tão violenta quanto o povo. Mas ela não me violenta. O que incomoda é essa situação, não o personagem. A Efigênia é imortal, atemporal. Não foi preciso fazer laboratório para construir a personagem, bastou ficar alerta. A primeira leitura de ‘Crimes Delicados’ foi feita pelo elenco no dia 29 de janeiro deste ano. Os ensaios começaram em fevereiro. Não tivemos muito tempo.’’