Onze exposições estrangeiras complementam a 3ª Bienal de Fotografia. O ‘‘Neo Realismo na Fotografia Italiana’’, representa uma amostra da produção italiana entre 1945 e 1960; ‘‘O Estado do Tempo’’, é um dos mais significativos registros fotográficos portugueses; ‘‘Simulacro – A Vida é um Teatro’’, do francês Gilbert Garcin, surge com um estilo extremamente original, marcado pelo humor; ‘‘Mar’’, com 22 fotografias, cada uma constituindo um único original aquarelado, do fotógrafo português Manuel José Magalhães; ‘‘Navio-Escola de Sagres’’, da italiana Giorgia Fiori, é um ensaio sobre o cotidiano dos marinheiros a bordo do Sagres; ‘‘Retratos’’, do inglês Brian Griffin, tido como um ‘cirurgião visual’; ‘‘India’’, do fotógrafo Marcelo Buainain; ‘‘Suave violência, ocupação do caos’’, do acervo do Centro Português de Fotografia; ‘‘Págá Dêv꒒, imagens sobre a África feitas por José Antônio Chambel, nascido em São Tomé; ‘‘Docta Ignorantia’’, do fotógrafo das Ilhas Canárias, Sorel Seele; e a exposição da fotógrafa e socióloga equatoriana Lucia Chiriboga.

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