Estrangeiros enfocam desde o neo-realismo até o humor
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 04 de outubro de 2000
Elisa Marília Carneiro De Londrina 
Onze exposições estrangeiras complementam a 3ª Bienal de Fotografia. O Neo Realismo na Fotografia Italiana, representa uma amostra da produção italiana entre 1945 e 1960; O Estado do Tempo, é um dos mais significativos registros fotográficos portugueses; Simulacro A Vida é um Teatro, do francês Gilbert Garcin, surge com um estilo extremamente original, marcado pelo humor; Mar, com 22 fotografias, cada uma constituindo um único original aquarelado, do fotógrafo português Manuel José Magalhães; Navio-Escola de Sagres, da italiana Giorgia Fiori, é um ensaio sobre o cotidiano dos marinheiros a bordo do Sagres; Retratos, do inglês Brian Griffin, tido como um cirurgião visual; India, do fotógrafo Marcelo Buainain; Suave violência, ocupação do caos, do acervo do Centro Português de Fotografia; Págá Dêvê, imagens sobre a África feitas por José Antônio Chambel, nascido em São Tomé; Docta Ignorantia, do fotógrafo das Ilhas Canárias, Sorel Seele; e a exposição da fotógrafa e socióloga equatoriana Lucia Chiriboga.


