Espiada ocasional
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 13 de junho de 2000
ZAPPING Fernando Miragaya - Tv Press 
Marília Gabriela e Reynaldo Gianecchini entraram num acordo. A jornalista já confidenciou que não assiste a novelas, mas admitiu que vai abrir uma exceção por causa do namorado que interpreta o Edu em Laços de Família. Já disse para ele que vou ver alguns capítulos e depois parar, garante Marília. Quero que ela veja, mas não vou obrigá-la, minimiza Reynaldo.
Parcerias musicais
Preocupada com a norma baixada pelo diretor Alberto Luchetti que proíbe que grupos e cantores que se apresentem no Domingão do Faustão vão a outros programas, a Record resolveu se aproximar do mercado fonográfico. A emissora promoveu um encontro com representantes de todas as gravadoras que atuam no país. A reunião, idealizada por Luís Salviano, diretor do Núcleo Musical da Record, tem como objetivo buscar parcerias entre as produções da emissora e os artistas de cada gravadora.
Corporativista
Victor Fasano resolveu dar uma força para a turma de modelos que volta e meia entra na dramaturgia, tal como ele. O ator apareceu na festa de lançamento de Laços de Família para prestigiar seus antigos amigos de passarela que estão estreando na tevê, como Reynaldo Gianecchini e Paulo Zulu. E como não poderia deixar de ser, não deixou a imprensa passar ilesa. O começo é difícil, a imprensa é contra, mas eles têm tudo para dar certo, profetiza.
Pesquisas
Araíde Rocha está levando a sério a sátira que faz na Escolinha do Barulho. No humorístico da Record, a atriz até canta árias de ópera para interpretar a Juliana Nostra, uma irônica alusão à personagem que Ana Paula Arósio interpretava em Terra Nostra. Depois de receber elogios de seus colegas de classe, ou melhor, de cena, principalmente por sua aventura como cantora, Araíde resolveu fazer pesquisas aprofundadas sobre a cultura e o idioma italianos.
Mãozinha
Uma mãozinha extra nunca vai mal quando se trata de novela de época. É o caso de O Cravo e a Rosa, próxima novela das seis da Globo, que estréia dia 26 e é ambientada nos anos 20. Entre as muitas bugigangas da época que a produção de arte teve de arranjar, destaca-se uma câmara 16 mm antiga. A máquina, que ainda funciona, foi obtida através do avô do marido de Marisa Azevedo, assistente da diretora de Arte da novela, Denise Garrido.


