Uma longa viagem aérea pode prejudicar as férias, dependendo do efeito que o turista sentir em relação a mudança do fuso horário e também aos efeitos causados ao corpo devido a alta velocidade e propulsão.
Nos Estados Unidos, a rede Hilton já oferece em sete de seus hotéis, apartamentos que ajudam o hóspede a se recuperar desses efeitos. São quartos equipados com 20 amenidades para ajudar a pessoa a dormir, começando por janelas e paredes a prova de ruídos, uma máquina que gera um som ambiente para relaxar e ainda uma caixa de luz biorrítmica para ajudar a realinhar o ciclo do sono.
Além disso, há especialistas, como Michael Sabitoni, professor de Administração de viagens de turismo da Johnson & Wales University, em Providence, Rhode Island, que dá dicas de como evitar os males de uma longa viagem aérea.
O professor Michael Sabitoni já cruzou o mundo diversas vezes em suas muitas viagens, e diz que o segredo para não ficar prostrado depois de cruzar fusos horários começa pela alimentação. Ele recomenda que 48 horas antes do embarque deve ser eliminado alimentos gordurosos para priorizar vegetais e carboidratos. Sabitoni também recomenda que seja tomada muita água.
Durante o vôo, o professor orienta que não deve ser tomado nenhum medicamento contra enjôo ou para dormir, para não agravar o mal-estar do corpo. Além da alimentação carregada de vegetais e carboidratos ele diz que no avião se deve ingerir muito líquido, principalmente água e sucos. Fundamental para Sabitoni é fazer regularmente durante o vôo pequenos exercícios físicos, envolvendo pernas e braços para movimentar o corpo e melhorar a circulação.
Ao chegar ao destino, ele recomenda um descanso no hotel de pelo menos duas horas. Depois do banho, para se adaptar ao novo fuso, faça as refeições no horário normal. Por fim, Sabitoni ensina que a pessoa deve despertar cedo no dia seguinte para as atividades programadas.

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