Erick Jacquin é chamado de "filho de rapariga"
No programa Pesadelo na Cozinha, nesta terça-feira (21), o cozinheiro francês discute com o dono do restaurante Panelão do 14
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segunda-feira, 20 de abril de 2026
No programa Pesadelo na Cozinha, nesta terça-feira (21), o cozinheiro francês discute com o dono do restaurante Panelão do 14

A Band exibe na terça-feira (21), às 22h30, o nono episódio de Pesadelo na Cozinha. De volta ao bairro do Tremembé, na zona norte de São Paulo, Erick Jacquin é chamado para salvar o Panelão do 14, palco de uma guerra conjugal entre o ex-cobrador de ônibus Valdinar de Souza, conhecido como 14, e sua ex-mulher, Bruna Gabriela, que trabalham juntos e vivem em conflito constante.
Assim que entra no local, o chef reclama do cheiro de gordura que paira no ar devido à coifa quebrada. Após analisar o cardápio minuciosamente, decide experimentar um contrafilé, porém, quando o prato chega à mesa depois de uma longa espera, se nega a comer, alegando que a carne está passada por exalar um odor diferente. Perante a acusação, o proprietário garante que a proteína foi adquirida no mesmo dia, mas logo é contestado pela mãe de suas duas filhas, que atua como cozinheira, e revela que os bifes estão ali há pelo menos uma semana.
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Além da sujeira, da demora no atendimento e da estrutura precária, o lucro é escasso para montar um estoque, o que obriga o dono a ir ao supermercado diariamente ou rejeitar alguns pedidos por falta de insumos. “O patrão simplesmente inexiste e se recusa a ajudar. Mantém distância dos clientes, trata mal os funcionários, negligencia a qualidade dos produtos e mente demais. O que ele diz é o oposto do que faz. É o pior escroto que já vi”, dispara o francês irritado.
No decorrer de um bate-boca, o empresário xinga Jacquin de ‘filho de rapariga’ e ordena que baixe o tom, deixando o clima ainda mais tenso.
Assim que aprende a preparar um estrogonofe repleto de sabor, Bruna também ignora as instruções, provocando uma nova discussão. “Ela fez tudo ao contrário. Tem que fechar este restaurante e colocar um caixão. É melhor virar uma casa de velório”, detona o veterano.
Em meio a muitas brigas e uma operação ineficiente, Erick Jacquin precisará mediar um divórcio que nunca terminou.
* Com assessoria.


Da Redação
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