Quais tópicos pretende abordar no bate-papo de quarta-feira?
pretendo falar das semelhanças e diferenças entre as três formas de poesia que pratico: haikai, poemas da vertente ocidental e letra de música. E tudo mais que o público desejar.

Qual é a verdadeira essência da poesia?
é mais fácil dizer o que não é poesia. Mas acredito que seja o feliz casamento entre forma e conteúdo para expressar o movimento do pensamento e do sentimento de uma época.

Como avalia o atual cenário da produção de poesias no País e no mundo?
Estamos em momento de virada, só com o tempo dará par avaliar o que sobreviverá. Mas percebo uma nova dicção em novos poetas.

O que acha desse tipo de evento que proporciona um contato direto com o público?
Fundamental.

Como é ser homenageada em um festival desse porte?
Sinto gratidão e a deliciosa sensação de estar no caminho certo. Me faz me sentir útil, o que é, no fundo, o que mais desejo.

Quais poetas mais te inspiram?
Quintana, Emily Dickson sempre. Mas não só poetas que me inspiram. A prosa pode fazê-lo, assim como outras artes e até pequenos flashback do cotidiano.

Quais escritores tem lido atualmente?
Valter Hugo Mãe, Mia Couto, Saramago, Luci Colin, Micheliny Verunschusky, Marcelo Sahea, Noemi Jaffe, Bia Bracher...

Quais sãos os poemas e letras de música autorais preferidos?
Não cabe aqui. E é cambiável.

Quais são seus novos projetos profissionais?
Ainda esse ano deve sair um livro com os HQS que eu e Paulo Leminski fizemos para a Grafipar no fim dos anos 70. Para o próximo ano espero que sejam publicados dois livros, também em parceria. Um para crianças que fiz com Ramiro Murillo e um de haikais que escrevi com Rodolfo Guttilla.

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