Como surgiu essa ideia de cantar clássicos do rock internacional em versão acústica?
O projeto surgiu em 2001 e basicamente era o repertório que eu tocava em bares desde a minha adolescência. Na ocasião, tive a oportunidade de mostrar para a gravadora Sony um esboço do que veio a se tornar o primeiro disco da série Versão Acústica.

Quais são os desafios na hora de interpretar canções já imortalizadas por outros intérpretes?
É sempre um desafio interpretar qualquer canção, mesmo que ela seja sua. Nesse caso das imortalizadas o desafio é ainda maior devido à importância histórica de cada uma delas no cenário mundial.

Cantar em outros idiomas demandou muito estudo de línguas estrangeiras?
Na verdade, minha maior preocupação sempre foi tentar cantar com o mínimo de sotaque possível. No início contei com o auxílio de membros da minha banda para a correção da pronúncia enquanto gravava as canções em estúdio. Certa vez convidei um amigo americano para me auxiliar na pronúncia.

Já teve problemas em relação a direitos autorais?
Não! Nesse caso, a gravadora sempre cuidou dessa parte.

Qual o perfil do seu público?
Não sei se consigo definir um perfil. Sempre percebi na plateia pessoas de todas as idades e estilos. Realmente não consigo definir qual seria esse perfil.

Como foi a experiência de lançar um álbum autoral? Pretende repetir a experiência?
Foi emocionante e gratificante. Por enquanto não tenho planos para um novo álbum de autorais.

O que o público pode esperar do show que fará em Londrina neste final de semana?
Eu posso dizer que eu e minha banda estamos felizes e empolgados para esta apresentação. Será um grande prazer estar em Londrina e sem dúvida queremos que essa noite seja incrível para todos.

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