O que o público pode esperar do espetáculo que você apresenta neste sábado?
Nada. Absolutamente nada. É apenas uma peça de humor que tem como objetivo fazer as pessoas rirem de situações do cotidiano.

Como foi a experiência de ser dirigido pelo mestre Chico Anysio?
Esse foi o último trabalho dele como diretor. Na época ele já estava doente e havia dispensado cinco convites para dirigir peças, mas como gostava de mim aceitou me dirigir e me deu grandes conselhos que vou levar comigo pro resto da vida.

Está mais difícil fazer humor com essa onda do politicamente correto?
O próprio Chico Anysio me ensinou algumas questões básicas nesse sentido. A primeira é deixar de lado a interação com a plateia pois, segundo ele, ninguém sai de casa e paga ingresso para ser sacaneado. A segunda coisa é que nunca se deve falar palavrão na pessoa física que fica grosseiro, apenas por meio de personagens. Ele também me aconselhou a nunca falar de partidos políticos pois pode haver partidários na plateia e criar animosidades. A única coisa que falo sobre esse tema é que políticos e fraldas devem ser trocados com frequência pelo mesmo motivo.

Quais são seus próximos projetos profissionais?
Estou gravando desde janeiro o novo "Zorro Total" que estreia em maio em novo formato. Das mais de 100 pessoas que faziam parte do elenco apenas 15 permanecem no programa e outras 20 feras do humor irão se juntar a nós no programa que não terá mais personagens e nem bordões, apenas esquetes de humor. Também estou trabalhando no piloto de um programa ao vivo que pode ir ao ar após o "Fantástico" com a presença de Eri Johnson, Fabiana Karla e Priscila Fantin, entre outros. Também vou viver o Odorico Paraguaçu de "O Bem Amado", em um musical que estreia no Rio de Janeiro em setembro e será uma megaprodução com texto do Dias Gomes e direção do José Possi Neto.

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