ENTREVISTA
Como será o show? Você vai fazer uma retrospectiva da carreira ou cantar o repertório de seu mais recente disco (Pelo Sabor do Gesto)?
A espinha será o show Pelo Sabor Do Gesto, mas como não vou a Londrina faz um tempo, pretendo misturar um pouco mais com outros álbuns.
É um show com banda ou mais intimista ao violão? Quem são os músicos que te acompanharão no palco?
Estarei acompanhada por minha banda. Quatro excelentes músicos que já tocam comigo há algum tempo: Ézio Filho (baixo), Webster Santos (violões e guitarra), Léo Brandão (teclados e acordeom) e Jadna Zimmermann (bateria e percussão).
Você completou 30 anos de carreira. Consegue destacar algum momento maravilhosamente inesquecível dessa trajetória? E um momento que você jamais gostaria de ter vivido?
São muitos momentos memoráveis, sou uma pessoa muito grata à minha trajetória.
Como você está absorvendo esse momento de transformação/crise da indústria fonográfica. Ainda há o mesmo prazer em elaborar um álbum, um projeto de disco?
Isso sempre vai existir e neste aspecto, os artistas estão com a faca e o queijo na mão, pois criar é algo que nenhuma crise nos tira. Se existe uma carreira sólida, sempre vai haver uma forma de fazer. Sim, é mais difícil, mas temos que seguir e estimular nossa criatividade ainda mais.
Aliás, voce está gravando ou gravou um álbum novo com repertório dedicado a Itamar Assumpção, né. Em que estágio a produção desse trabalho? Há previsão de lançamento?
Seria muito prematuro falar disso. Estou indo, feliz da vida, fazer meu show atual, que sempre traz coisas dele!





