Entrevista
Como é o show que você apresenta hoje em Maringá e amanhã em Londrina?
É um show delicado e com intensa participação da platéia, já que as músicas que canto são canções que gravei ao longo da minha carreira e grandes sucessos. Cada show é diferente, cada platéia traz algo novo na relação com as músicas e na atmosfera do show. Cantarei músicas que gravei ao longo da minha carreira. São todas músicas conhecidas do público e o show é uma festa. O público canta comigo, participa intensamente do show. Canto apenas acompanhada do violão de Luiz Meira, um músico catarinense com quem trabalho há muito tempo.
O disco com o Caetano já está pronto? Quando será lançado? Já tem título? Teve participações especiais?
O disco está praticamente pronto, em fase de mixagem. As canções são inéditas e compostas pelo próprio Caetano. Não falarei dele para deixar um sabor de surpresa.
O fato de você gravar o disco com Caetano, fez com que muita gente imaginasse uma volta aos bons tempos da Tropicália. Como ficaram as canções? Sugerem semelhanças com a Gal dos anos 1960?
Neste disco tem a Gal Costa de todos os tempos. Estou ali inteira, minha essência, minha voz, tudo que sou e que fui e que ainda habita em mim.
Você tem acompanhado o trabalho de novas cantoras? Destacaria alguma em especial?
Há muitas cantoras novas, boas, ruins, ótimas. Não vou falar nada.





