ENTREVISTA
Folha de Londrina: Como será o show? Será um show acústico com você sozinha ao violão ou acompanhada de banda?
Maria Gadú: O show será o que a gente vem fazendo na estrada há um ano, eu, o meu amigo, companheiro de todas as horas, Doga, na percussão, o Maycon nos teclados, o Caneca na guitarra, cesinha na batera e o Gastão Villeroy no baixo.
Você costuma cantar algumas versões nos shows, além do repertório de seu primeiro disco. O que preparou para o público de Londrina?
Vamos tocar ''Lanterna dos afogados'', ''Amy/Noel'' e o resto é surpresa.
Você já declarou que a música ''Shimbalaiê'' foi composta aos 10 anos de idade. Há mais canções feitas nesta época que ficaram de fora de seu primeiro disco e que você pensa em lançá-las no próximo álbum?
Não, quando eu compus ''Shimbalaiê'' foi um susto. Minha mãe adorava a música, mas eu não gostava muito. O Rodrigo Vidal, produtor do CD, que me convenceu a gravar.
Como uma artista nova como você está encarando a realização de uma excursão ao lado de um mito da MPB como Caetano Veloso? Aliás, de quem foi a ideia? Como surgiu o projeto?
Me convidaram pra fazer um show voz e violão para a Globosat em que eu faria uma parte, o Caetano faria a outra e nós fecharíamos juntos. Foi um encontro especial, a gente ficou conversando horas, desse encontro surgiu a ideia de fazermos uma turnê juntos e eu amei.
Como você recebeu a notícia da indicação para duas categorias do Grammy Latino - revelação e melhor álbum de cantor/compositor?
É meio um susto, né. Até agora, acho que eu não me dei conta.





