A construção do Memorial do Pioneiro foi uma ''novela'' arrastada que contou com atraso na entrega da obra, rescisão de contrato com a empresa responsável para viabilizar o projeto e mais uma longa espera com o cumprimento dos prazos legais para a abertura de nova licitação e conclusão do trabalho.
Idealizado pelo Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul), o Memorial foi instalado na Rua Maestro Egídio Amaral, a última via de paralelepípedos da área central do município. A peça consiste de 17 tótens, sendo que dois são sinalizadores - um criado em homenagem aos índios caigangues (os primeiros habitantes da região) e outro em tributo aos desbravadores (que chegaram em Londrina antes de 1929).
Os demais destacam nomes de 3.500 pioneiros que viveram na cidade entre 1929 e 1939 (de acordo com levantamento feito por pesquisadores do Museu Histórico de Londrina), além de reproduções de obras em xilogravuras do artista plástico Paulo Menten, que retratam imagens das primeiras décadas de colonização da cidade. ''Será uma das poucas galerias de arte ao ar livre do País'' - assinala o secretário municipal de Cultura, Luciano Bitencourt.
Ainda de acordo com o secretário, as placas do Memorial imitam o bronze. ''Foram feitas com resina de mármore. É um material de alta durabilidade e resistência de pedra'' - diz. (N.S)

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