ENREDO
Com a minha bateria eu ''vou''
Verde e branco é alegria ''amor''
Império está no ar, e vem nas garras do leão
E na avenida faz pulsar seu coração
/Amazônia /
Amazônia no verde do teu pavilhão
Riquezas que despertou
Em busca do eldorado aqui chegou o invasor
/e plantaram/
Plantaram cobiças em nosso chão
Sob os olhos da ambição, nosso destino traçou
Levaram toda a nossa riqueza,
ai meu deus quanta tristeza
Exploram sem compaixão a natureza
A natureza com seu explendor, de seres encatandos
Vitoria Régia, travessuras e pavor
Amor, amor, amor como é triste de se ver
A fauna e a flora em extinção
O índio ainda lutando por sua terra
Mas no meio dessa guerra não entende a confusão
Cade, cade, cade o cantar dos passarinhos
Procuro não encontro mais não
O homem acabou com a mata
Onde o uirapuru cantava esta canção
Veja Amor oh! Quanta beleza
No reino dos animais como é linda a natureza
/e hoje /
Hoje a império vem mostrar, que o lixo virou luxo
Nesta festa popular, usando nossa criatividade
Despoluindo a cidade é preciso reciclar, vai ecoar
Vai ecoar, um grito de alerta pelo ar
Pedindo aos homens que dirigem este Brasil
Preservem a natureza que para nós Deus construiu
/e assim/
Assim como um chico seringueiro
Que morreu como um guerreiro
Contra a devastação, e no combate brasileiro
Ele foi sempre o primeiro contra a poluição
Nos rios, cachoeiras e cascatas, como um lindo véu de prata
Eu quero vê-los jorrar, mas os resíduos poluentes
Querem deixá-los lá doentes, se não tratá-lo essa fonte vai secar
Parem com as queimadas, matanças de animais
Verde que te quero verde, vai meu grito de paz
/amor, amor





