Encontro de vozes
Mais de 700 integrantes de grupos corais e vocais de vários estados e países passaram pelos palcos do Festival Unicanto de Corais, que acontece há 22 anos na cidade. Enquanto uns grupos possuem uma vertente mais erudita, outros têm um repertório calcado no folclore de vários países. Há espaço, também, para a música popular, regional, religiosa. Cada um à sua maneira, abusa da criatividade, do ritmo, da performance, acompanhados de instrumentos ou a capella.
"A música é uma forma de expressão muito forte, é uma linguagem universal, e o festival tem esse poder de mostrar a diversidade. Ao mesmo tempo em que todos os grupos falam a mesma língua, apresentam suas particularidades e diversidades de línguas, culturas e influências. Isso é o que torna a música e o canto coral tão especiais. E o melhor: a voz é instrumento que todos temos de graça", diz o diretor artístico José Mario Tomal.
Quem participa dessa experiência de canto coral garante que não há nada mais gratificante e recompensador. "É uma experiência que nos possibilita enxergar e aceitar as diferenças. É olhar para o outro e compreender seu modo de vida, sua cultura e conviver em harmonia. Em todos esses anos, aprendi muito, seja tecnicamente ou sobre o ser humano. No palco eu canto samba, música de macumba ou regional com a mesma entrega", diz Nalva Ferreira analista judiciária do Supremo Tribunal de Justica, integrante do Coral de Brasília, que acumula trinta e cinco anos em canto coral.
Sinônimo de música clássica, é aquela música mais elaborada, que não pertence à tradição ou ao folclore
Expressão de origem italiana que designa a música vocal sem acompanhamento instrumental, somente com vozes
O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional





