Caldas Novas - Porta de entrada do Estado, Goiânia tem charme e estilo para exibir aos turistas. Com 1,1 milhão de habitantes, a capital, uma cidade planejada, é o terceiro pólo confeccionista do Brasil, por onde passam em média 200 ônibus de turistas por semana com um único objetivo: ir às compras.
Para os turistas, a perdição de consumo fica por conta das feiras, nos fins de semana. A Feira do Sol ocorre sempre aos domingos, das 16 às 22 horas, na praça de mesmo nome (Rua 9). No sábado, é a vez da Feira da Lua, na Praça Tamandaré, setor oeste. Nas duas feiras, encontra-se desde bijuterias, roupas e artesanatos até pratos típicos da região. Outra boa dica para saborear a comida regional é o restaurante Chão Nativo, que serve galinhada, peixe na telha, empadão goiano, pamonha salgada e pequi.
Depois de provar os sabores da região Centro-Oeste, vale conferir de perto jardins e praças espalhados pelos bairros. Ao todo, a cidade reúne 386.
Flores e árvores de tipos diversos prendem o olhar dos turistas, especialmente de quem não está acostumado a passar horas diante de uma paisagem tão cheia de verde.
Seja para curtir a preguiça ou até se exercitar, há ainda parques como o Vaca Brava e o Areião. Visual formado por lagos, uma vasta vegetação e, para completar, cantos de pássaros costumam fazer as honras da casa. Se a intenção for adentrar-se ainda mais na natureza, uma ótima dica é conhecer também o Parque Ecológico Ulisses Guimarães, na BR-153, a 18 quilômetros da capital. Lá, pode-se ver de perto vários animais do cerrado e a riqueza da flora da região.
Na Praça Cívica, a principal da cidade, um monumento simboliza o povo goianiense, caracterizado por uma mistura de raças. São três homens: o negro, o branco e o índio, bem no centro do local.
O visitante pode matar sua sede histórica e cultural indo ao Museu Pedro Ludovico Teixeira, casa em estilo art déco que pertenceu ao fundador da cidade e abriga objetos relacionados a ele e ao início de Goiânia. Senão, confira a programação do moderno Centro de Cultura e Convenções Gercina Borges Teixeira. O espaço tem teatro para até 2,1 mil pessoas e é palco de feiras, congressos e outros eventos. Há ainda o Centro Cultural Matim Cererê, um teatro popular.
A arte se mostra também nas galerias, com rico acervo de pinturas, esculturas e artesanato, que lembram as tradições e o barroco que levaram ao nascimento e à expansão cultural do Centro-Oeste. Entre importantes artistas goianienses estão Veiga Valle, Siron Franco, Alcione, Antônio Poteiro, Fernando Costa Filho e Omar Souto.
Não falta diversão também para os pequenos. Refrescar-se do sol que ilumina a cidade praticamente o ano inteiro é uma tarefa que pode ser bem-feita em um dos parques aquáticos de Goiânia. O Clube Jaó é um deles, com piscinas naturais, toboágua e gostosa piscina de ondas. E, quando a noite cai, a temperatura sobe pelas principais ruas da capital, endereço de vários bares, restaurantes e danceterias.


SERVIÇO
- Parque Ecológico Ulisses Guimarães: Fica a 18 quilômetros da capital, na BR-153, entre Goiânia e Anápolis, telefone (62) 225-0337. Visitas com autorização da supervisão do parque, das 8 às 17 horas.
- Museu Pedro Ludovico Teixeira: Rua 25, esquina com Av. Dona Gercina Borges Teixeira, centro, Goiânia, telefone (62) 224-3059. Abre de terça a domingo, das 9 às 17 horas; sábados, domingos e feriados, das 9 às 16 horas. A entrada é gratuita.
- Centro de Cultura e Convenções Gercina Borges Teixeira: Rua 30, esquina com a Rua 4, s/nº, centro, Goiânia, telefone (62) 217-1100. Funciona de segunda a sábado, das 8 às 18 horas.
- Centro Cultural Matim Cererê: Rua 94-A, setor sul, Goiânia, telefone (62) 212-5315. Diariamente, das 8 às 24 horas.

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