Em defesa do Kung Fu
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 09 de junho de 2011
Leonardo Luís <br> Folhapress 
São Paulo - No primeiro filme de ''Kung Fu Panda'', de 2008, o panda Po sai de sua zona de conforto para viver uma aventura que transforma sua vida -até então, muito pacata- para sempre. O segundo longa da série da Dreamworks, que entra hoje em cartaz, é uma jornada inversa, de retorno às origens. O passado do protagonista vem à tona.
Antes de cumprir o seu destino e se tornar o Dragão Guerreiro, Po era inseguro e não conhecia o seu potencial. Em ''Kung Fu Panda 2'', dirigido por Jennifer Yuh, o personagem é, desde o começo, confiante quanto às suas habilidades, embora mantenha as características que fazem dele um herói pouco usual, como o jeito estabanado, a gula, o ar bonachão e a sua enorme pança.
O mestre Shifu não tem a mesma importância que tinha no primeiro filme, mas ainda é relevante para a história. Ele tenta ensinar Po a obter a paz de espírito de que precisa para conhecer o seu passado e, com isso, ter forças para derrotar o maldoso pavão Lorde Shen. O vilão da nova história quer usar uma arma secreta poderosa para conquistar a China e acabar com o kung fu. Para derrotá-lo, Po continua contando com os Cinco Furiosos: a Tigresa, o Macaco, o Louva-Deus, a Víbora e a Garça.
A participação do pai de Po, o sr. Ping, aumenta. Logo no começo, o ganso revela o óbvio ao protagonista: que ele não é filho biológico de uma ave, mas, sim, adotado.
Na versão original, Jack Black faz a voz de Po. Na dublada, o papel continua com Lúcio Mauro Filho. As cenas finais do filme, que tem versão em 3D, já sugerem o tema da próxima sequência.


