Ecoturismo e aventura são opções da região
Cruz em fundo azul representando os cristãos e uma meia-lua amarela em fundo vermelho representando os mouros. Os símbolos das Cavalhadas foram espalhados por todos os lados em Guarapuava no último final de semana. Postes, fachadas comerciais, adesivos em carros e em camisetas de operários.
Quando o curto período da festa é encerrado e tudo isso é recolhido, não significa que o turismo de Guarapuava perdeu fôlego. Ele sobrevive na paisagem exuberante que cerca a cidade, em belos parques e nas opções para prática de esportes radicais.
No final do ano passado, a administração municipal lançou o projeto Guarapuava Turística com o objetivo de organizar e explorar o roteiro de visitas na cidade.
Destaque para o Vale do Rio Jordão, que abriga o belo Salto das Curucacas, ponto de rafting (que também pode ser praticado no Rio das Pedras) e rapel, e o Salto São Francisco, com 190 metros de altura o mais alto do Estado cercado por mata virgem, muito apropriada ao trekking. Instrutores treinados dão segurança aos passeios.
O visitante também pode viver a época do tropeirismo. Os passeios a cavalos são acompanhados por moradores locais, que garantem a qualidade da culinária tropeira, da música de raiz e a tradição dos causos.
Outro passeio interessante, é conhecer o pedaço do município colonizado pelos suábios (refugiados da Áustria que migraram pela Europa Central e se deslocaram na década de 50 para a região). Vitória, Jordãozinho, Cachoeira, Socorro e Samambaia formam núcleos economicamente diversificados e pujantes (o distrito de Entre Rios), graças a Cooperativa Agrária, potência da agroindústria paranaense.





