Dortmund tem boas opções de lazer mas não é turística
Dortmund Ao procurar num guia, ou na internet, informações sobre Dortmund muita gente se decepciona. Não há quase nada atraente, que se destaque para o turismo. Quem quiser acompanhar o Brasil na Copa do Mundo terá obrigatoriamente de passar pela cidade da região do Ruhr. Será, afinal, a sede do terceiro jogo da seleção, dia 22 de junho, contra o Japão de Zico. Calma: é possível encontrar boas opções de lazer, entretenimento e cultura, e passar momentos agradáveis.
Dortmund está longe de ser turística como Munique ou Berlim. Mas apresenta ambiente requintado, com muito verde, oferece alguns museus interessantes, espetáculos musicais, um parque belíssimo e o cassino mais movimentado da Alemanha (o de Hohensyburg), além de bons restaurantes e calçadões com variados tipos de lojas. Vale lembrar que a cidade, situada numa região industrial, é a maior produtora européia individual de cerveja e referência internacional nas áreas de tecnologia e pesquisa.
Há cafés e restaurantes com culinária de diversas nacionalidades. A explicação para tanta variedade é simples: mais de 10% dos habitantes é de estrangeiros. Dos 600 mil, 75 mil são originários de outros países. Como em toda a Alemanha, há muitos turcos, mas também sérvios e iranianos.
Não vá embora sem visitar o prédio da Ópera, de arquitetura moderna, ou dar um passeio pelo Parque de Hohensyburg. E não se esqueça de carregar sempre um papel com o nome do local que deseja visitar. Vai evitar dor de cabeça. Pouquíssima gente em Dortmund fala inglês. (E.M//AE)





