Ficções científicas costumam funcionar quando apresentam um mundo em que suas maluquices fazem sentido. O roteirista e produtor Joss Whedon (‘‘Buffy’’, ‘‘Angel’’) virou ícone nerd por ser especialista nisso.
  Em ‘‘Dollhouse’’, ele volta com uma trama em que humanos têm memórias e habilidades falsas implantadas para realizar missões – de encontros sexuais a operações de alto risco. Após a tarefa, eles têm a memória apagada e descansam na tal casa de bonecas do título.
  A diferença da protagonista, Echo (Eliza Dushku), é que ela tem lampejos tanto dessas tarefas quanto de sua vida antes de virar ‘‘boneca’’.
  Nos EUA, o seriado sofreu com baixos índices de audiência, mas foi renovado graças ao status ‘‘cult’’ que ganhou – em boa parte por conta do público de Whedon.
  A segunda temporada, que chega ao Brasil após o cancelamento da série, será exibida no horário antes destinado às reprises.
  No primeiro episódio, Echo se casa com um traficante de armas para tentar desmascará-lo. As coisas dão errado e ela passa a embaralhar as diversas identidades.
Dollhouse – 2ª temporada. Domingo, às 11h, no FX

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