Do tribal ao techno-funk
DivulgaçãoRay LemaApós o show de Angelique, quem subirá ao palco do Guairão é o multi-instrumentista do Zaire, Ray Lema, que começou a tocar aos 11 anos de idade e hoje é conhecido por percorrer vários ritmos, passando do piano clássico à rumba, do tambor tribal ao techno-funk.
Sem vacilar, ele afirma que ama o Brasil e que está muito feliz por ter retornado ao País, anos após tocar em Salvador, num festival. Os músicos brasileiros são fantásticos e o público também, acredita. Ele lembra que uma das coisas que mais o marcaram em sua última estada no Brasil foi a musicalidade existente no próprio público. Pelo menos nas pessoas de Salvador.
Ray acha que o Brasil tem inúmeros excelentes músicos internacionais, entre os quais cita Gilberto Gil, Milton Nascimento e Jorge Benjor, que, segundo ele, o mundo todo conhece, respeita e admira. Na África, especialmente, todos amam o trabalho de Jorge Benjor, garante.
Por este motivo, ele afirmou que foi mais do que uma surpresa ter sido escolhido para dividir com ele o palco do Heineken Concert 98. É hora de trocar experiências com músicos maravilhosos, o que vai enriquecer o meu próprio trabalho, acredita. Só tenho que agradecer por esta oportunidade, completou. (S.M.)





