Miriam Peres
Especial para a Folha
São muitas as maneiras de se divertir em Londres. O Covent Garden por exemplo, um grande mercado com várias lojas e cafés, vive tomado de pessoas do mundo inteiro que vão até lá para fazer compras de objetos antigos, aproveitando para se deliciar com as atrações musicais do local.
Assim, entre um café ou uma bebida, retoma-se o fôlego para recomeçar a andança pela cidade. Se for o caso, disputar o ingresso dos concorridos espetáculos de ‘‘O Fantasma da Ópera’’ e ‘‘Cats’’, entre outros, já que os teatros ficam nas redondezas do Covent Garden. As reservas de ingressos podem ser feitas diretamente nos teatros ou mesmo com o seu agente de viagem.
Entre um roteiro e outro, vale a pena dar uma olhada nos diferentes estilos de moradia da cidade. As casas representam uma tradição à parte na maneira de viver dos londrinos. Elas chamam a atenção, como também as ruas limpas e o trânsito organizado, onde não se ouvem buzinas. Mas, sem dúvida, a marca registrada de Londres é o Big Ben. O relógio impressiona quando é visto de perto. No entanto, é à noite que a visita ao lugar fica ainda mais inesquecível. Ao chegar e subir as escadarias da estação que dá acesso ao Big Ben, já é possível vê-lo todo iluminado.
Outra atração, mesmo no finalzinho do verão, são os parques, destino certo quando se quer descansar, planejar um roteiro, ler ou simplesmente fazer nada. O Green Park, ao lado do Palácio de Buckingham é o cenário oportuno para revigorar as forças. Dá até para alugar cadeiras, semelhantes às de praia e conquistar um lugar ao sol, garantindo o descanso antes de recomeçar a excursão.
Lugares onde as pessoas se encontram para conversar ou simplesmente tomar sol é uma mania característica de Londres. Trafalgar Square ferve com a diversidade de visitantes que vão até lá para explorar o ponto de encontro, favorito do povo. São artistas de rua retratando pessoas, gente alimentando pombos na praça que, ao centro, tem como símbolo um monumento de 56 metros de altura.
Próximo dali está a National Gallery, lugar certo para os amantes da arte ou não. A coleção da casa é dividida cronologicamente em quatro períodos. São mais de 2 mil quadros de 1260 a 1900. Entre os pintores mais conhecidos estão Botticelli, Michelangelo, Cézanne e Van Gogh. Para conhecer todas as salas é preciso tempo. Por isso, agilize a visita obtendo informações prévias sobre salas específicas. Através de computadores, pode-se explorar áreas de interesse, obtendo dados de pinturas, artistas e períodos. Vale a pena utilizar o sistema. O ingresso à galeria e o acesso aos computadores são gratuitos.Londres oferece incontáveis opções de lazer. Para todos os gostos, para todos os bolsos
fotos: Miriam PeresAs casas representam uma tradição à parte na maneira de viver dos londrinosQuem visita Londres tem um encontro marcado com a arte, na National GallerySão muitos os parques espalhados pela capital londrina: basta escolher um e relaxar antes de continuar o passeioTrafalgar Square é o ponto de encontro favorito do londrino: o local ferve com a diversidade de visitantesPalácio de Buckingam: visita obrigatória a qualquer turista que visite Londres

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