Do asfalto para o Morro
A equipe de franceses comprou uma casa na favela, a Casa Amarela, e a transformou no Centro Cultural que vai abrigar a mostra ''28 mm - Mulheres''. ''Eu quero que esse projeto continue, porque ali eu conheci pessoas que eu nunca vou esquecer'', diz o fotógrafo. O francês espera que as pessoas subam o morro para visitar futuros trabalhos de fotógrafos de lá, formados pelo professor Maurício Hora.
As instalações aumentaram a autoestima dos moradores da Providência. Mas existe o receio de que, depois do burburinho, a comunidade seja esquecida. ''Tive meu minuto de fama. Hoje minha foto está aqui, em Londres, na França... Depois eu acho que todo mundo se vai esquecer. De mim e da Providência. É normal'', comenta Roberta.





