Dimenstein divulga Catraca Livre
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terça-feira, 06 de maio de 2014
Reportagem Local 
Considerado um dos jornalistas mais importantes do País na atualidade, Gilberto Dimenstein apresenta hoje, às 8h30, para a imprensa de Londrina e região o projeto Catraca Livre, iniciativa que tem o objetivo de levar conhecimento, serviços e cidadania para a população. O evento é promovido pela Unopar em OFF, um programa de relacionamento entre a Universidade e a imprensa iniciado no ano passado. Durante o encontro com o Dimenstein, a Unopar vai lançar seu primeiro Banco de Fontes - um material com alguns dos melhores trabalhos, serviços e pesquisas da Unopar, além de professores e pesquisadores. O evento vai ser realizado na nova unidade da Unopar no Shopping Boulevard e exige cadastro prévio. Mais informações pelo telefone (43) 3371-7712.
Além de jornalista brasileiro de renome internacional, Dimenstein atualmente é colunista da Folha de S.Paulo (onde trabalhou durante 28 anos até 2013), comentarista da rádio CBN, coordenador do site Catraca Livre e membro da Iniciativa de Liderança Avançada da Universidade de Harvard, onde trabalha em parceria com pesquisadores do Media Lab do MIT em um programa de internet para ajudar as cidades a se transformarem em comunidades de aprendizagem.
Catraca Livre
"A cidade na sua mão" é a frase que sintetiza o Catraca Livre, um projeto jornalístico criado para ajudar as cidades a serem mais educadas, acolhedoras e criativas. Com um foco especial em cultura, o Catraca Livre também seleciona diariamente as melhores oportunidades gratuitas ou a preço popular nos mais variados serviços, abrangendo educação, esportes, consumo, trabalho, saúde e empreendedorismo. A ideia é revelar personagens, tendências e projetos que, em qualquer parte do mundo, inspirem soluções comunitárias inovadoras e inclusivas.
O projeto já funciona em 12 capitais brasileiras que vão sediar jogos da Copa do Mundo este ano: Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Após os jogos mundiais, o legado educativo será mantido por meio de parcerias com instituições locais, por tempo indeterminado.


