- A língua oficial na Indonésia é o indonésio, mas cada ilha tem um dialeto que só os locais entendem. Por isso, todos falam inglês e, em Bali, o balinês. Caso seu inglês não seja fluente, não se preocupe com isso. Os nativos farão o possível para entendê-lo e serem entendidos. E, se você souber o inglês, prepare seus ouvidos para ‘‘adivinhar’’ o que os balineses dizem, pois o sotaque é acentuado e a letra ‘‘éfe’’, por falta de uso virou, ‘‘p꒒.
- Mesmo proibida por lei, a briga de galos é sucesso entre os nativos, pois é aceita pelo hinduísmo. É comum encontrar nas portas das lojas cestos especiais abrigando os vistosos animais. As brigas ocorrem em qualquer lugar. Para identificá-las, é simples: basta um aglomerado de pessoas. É só parar e acompanhar de perto a troca de apostas e a briga que, muitas vezes, dura apenas alguns segundos.
- Não se assuste ao ver uma mulher trabalhando em uma obra como pedreira e um homem limpando seu quarto no hotel. Os papéis muitas vezes são invertidos. As balinesas têm o hábito de carregar tudo sobre a cabeça, desde oferendas até mesas.
- Em Bali, todo mundo tem o mesmo nome. Seja homem ou mulher, o primeiro filho sempre será ‘‘wayan’’, o segundo, ‘‘made’’, o terceiro, ‘‘nyoman’’ e o quarto, ‘‘ketur’’. Caso haja o quinto, a lista se repete. Por isso, é comum todos terem apelidos ou serem conhecidos pelo sobrenome.
- Com tantos trajes coloridos, parece que, para os balineses, todo dia tem festa. A mais importante delas é a Galugan, o ano novo, que acontece a cada 210 dias.
Devido ao grande número de brasileiros que vai a Bali, é comum um balinês falar algumas expressões em português, como ‘‘obrigado’’, ‘‘como vai você?’’, ‘‘bonita’’ e até gírias, como ‘‘gatinha’’ e ‘‘sangue bom’’. Quando os nativos sabem que o turista é brasileiro, eles logo dizem: ‘‘Futebol... Ronaldo ...’’
- Muito divertido é o trânsito. Uma verdadeira bagunça, onde todos se entendem: carros, motos, ônibus, caminhões, pedestres, cachorros e galinhas. A mão de direção é inglesa. Não existem placas de ‘‘pare’’ ou semáforos em qualquer cruzamento. O veículo de transporte mais comum entre os balineses é a moto, que leva para qualquer lugar a família toda: pai, mãe e filhos – às vezes até três deles – em uma mesma moto. E, como os nativos são realmente felizes, fique tranquilo ao fazer qualquer coisa errada quando dirigir. Nunca ninguém vai reclamar ou buzinar. O máximo que farão é acenar as mãos, em um caloroso ‘‘olá!’’.

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